Válvula de expansão termostática |
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Em um sistema de refrigeração, a válvula de expansão é colocada logo na entrada da serpentina do evaporador.
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| Fig 01 |
Ela estrangula o fluido refrigerante (nesse ponto em forma líquida), fazendo-o expandir e trocar calor na serpentina.
Na maioria dos refrigeradores, é comum o uso da válvula do tipo termostática conforme esquema da Figura 01 ao lado.
A parte de cima do diafragma está cheia de um fluido que se comunica com um bulbo sensor que é instalado em contato com a serpentina do evaporador.
Se a carga no refrigerador aumenta, a temperatura da serpentina tende a aumentar. Isto provoca uma expansão do fluido no bulbo sensor, forçando o diafragma para baixo e abrindo mais o fluxo do fluido refrigerante. Processo inverso ocorre se a carga diminuir.
Vento: o efeito do resfriamento |
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É comum, principalmente em épocas de inverno, a divulgação de um fato que aumenta a sensação de frio: o ar em movimento, isto é, o vento. A tabela abaixo dá alguns valores de velocidade e as correspondentes reduções de temperatura que são percebidas.
| m/s |
0,1 |
0,25 |
1,5 |
3,0 |
5,0 |
8,0 |
10,0 |
| ºC |
0 |
0,5 |
4 |
6 |
7 |
8 |
9 |
Uma escala vernier é um dispositivo simples e engenhoso para melhorar a resolução de leitura de instrumentos de escalas mecânicas.
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| Fig 01 |
O nome é dado em homenagem ao matemático francês Pierre Vernier, que desenvolveu aplicações práticas por volta do ano 1631. O princípio fora inventado antes pelo astrônomo e matemático português Pedro Nunes. Segundo alguns estudos, essa é a origem o termo
nônio da língua portuguesa. Outros dizem que a origem vem de
nove.
Em (a) da Figura 01 temos uma escala principal de 0 a 5 unidades de comprimento que supomos seja centímetro (cm). Cada unidade tem 10 divisões que representam 0,1 cm.
A escala vernier é uma escala auxiliar móvel junto da principal tal que 10 divisões são iguais a 9 divisões da escala principal.
Chamando "dv" a divisão da escala vernier e "dp" a divisão da escala principal, temos para o exemplo
10 dv = 9 dp ou dv = (9/10) dp, onde dp = 0,1 cm ou 1 mm. Portanto, dv = 0,09 cm.
Supomos agora que desejamos medir o comprimento "L" de uma barra conforme (b) da Figura 01. Pela escala principal, podemos dizer que é algo entre 1,6 e 1,7 cm e mais perto deste último. Encostando a escala vernier na barra, podemos ver a situação ampliada em (c) da mesma figura.
Então, o comprimento L é dado por L = 1,6 + c. Nesse exemplo, há coincidência na 7ª divisão da escala principal a partir da divisão 1,6. Portanto a = 7 dp e b = 7 dv.
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| Fig 02 |
Sendo c = a - b, temos c = 7 (dp - dv). Mas dv = 0,09 cm e dp = 0,1 cm conforme já visto. Assim,
c = 7 (0,1 - 0,09) = 7 0,01 = 0,07 cm.
Temos então a medida L = 1,6 + 0,07 = 1,67 cm. Notar que a resolução da escala principal (0,1 cm) aumenta para 0,01 cm (ou 0,1 mm), que é a diferença entre a divisão principal (dp) e a divisão vernier (dv).
Variações da escala vernier são perfeitamente possíveis dentro do conceito apresentado. No exemplo da Figura 02, temos uma escala em centímetros idêntica à anterior, mas com um vernier de 50 divisões tal que 50 dv = 49 dp. Portanto, dv = 49 0,1 / 50 = 0,098 e dp - dv = 0,1 - 0,098 = 0,002 cm ou 0,02 mm.
Paquímetros e micrômetros são exemplos comuns do uso da escala vernier, mas há emprego em diversos instrumentos como teodolitos e outros.
Vista humana: o menor detalhe |
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| Fig 01 |
Se você planeja algo que precisa ser visto à distância (um letreiro, por exemplo), a figura ao lado dá o ângulo do menor detalhe visível, considerando uma visão normal. É recomendável o uso uma margem de segurança uma vez que problemas de visão são comuns.