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Decaimento:
redução da atividade de uma amostra de uma substância radioativa ao
longo do tempo, com a transformação dos átomos instáveis em átomos de
outros elementos ou partículas. Na tabela são fornecidos alguns dados
para alguns isótopos radioativos de cada elemento. Clique no link da
coluna para mais informações.
Eletronegatividade: a capacidade de um átomo de atrair
elétrons. Aqui é usada a escala de Pauling, que atribuiu o valor 4 ao
elemento mais eletronegativo (flúor). Esse valor foi posteriormente
ajustado para 3,98.
Número atômico
de um elemento é o número de prótons no núcleo de seu átomo. É a
característica que define cada elemento, ou seja, elementos diferentes
terão sempre diferentes números atômicos.
Massa atômica é a massa do átomo
expressa em 1/12 da massa do átomo de carbono 12. Na Tabela Periódica,
é considerada a média ponderada dos isótopos do elemento na
proporção em que são encontrados na natureza.
Massa crítica de um material
fissionável é a quantidade mínima, para uma determinada forma
geométrica, necessária para manter uma reação em cadeia.
Meia vida: o tempo para o decaimento
da metade de uma determinada quantidade de uma substância radioativa.
Isótopos são átomos do mesmo
elemento (mesmo número atômico) mas de massas atômicas diferentes (ou
seja, número de nêutrons diferentes).
Obs: as páginas descritivas de cada elemento podem conter tabela dos
isótopos. Entretanto, não são necessariamente todos os isótopos
conhecidos do elemento. Podem ser apenas alguns.
Peso atômico ver massa atômica.
Reações: em alguns, são
informadas as reações com outros elementos ou substâncias mais
comuns (oxigênio, nitrogênio, água, halogênios, ácidos, bases).
Lembrar que não são necessariamente todas as reações possíveis.
Podem ser, e na maior parte são, apenas algumas.
Temperatura crítica: ver página Termodinâmica
I.
Transuraniano ou transurânico:
adjetivo para designar qualquer elemento com número atômico superior ao
do urânio (92).
Obs: os valores de propriedades físicas e químicas indicados para os
elementos são considerados, em princípio e onde aplicável, para
pressão de 1 atmosfera e temperatura de 25°C.
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Algumas considerações
sobre os grupos da tabela |
↑Topo • Fim↓
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Hidrogênio:
É considerado um elemento isolado, não pertencente a nenhum grupo.
Grupo 1 (metais alcalinos):
O nome se deve ao fato de reagirem com a água, formando
hidróxidos, também chamados de álcalis (XOH, onde X é um metal
alcalino). Não são encontrados livres na natureza. A configuração da camada de valência é ns1.
Grupo 2 (metais alcalino-terrosos):
São assim chamados devido às observações dadas pelos
alquimistas, que não conseguiam fundi-los com os meios disponíveis
na época. São metais reativos e não se encontram livres na natureza.
A configuração da camada de valência é ns2.
Metais de transição:
Pertencem à parte central da tabela, isto é, entre os bloco dos
grupos 1 e 2 e bloco dos grupos de 13 a 18. São assim denominados
por fazerem uma ponte (transição) entre esses dois blocos. Os de transição externa se caracterizam por terem elétrons
de valência no subnível d. Os lantanídeos e os actinídeos têm em geral elétrons de
valência no subnível f e algumas vezes são chamados de
transição interna.
Grupo 13:
A configuração da camada de valência é ns2np1.
São metais com exceção do boro.
Grupo 14:
A configuração da camada de valência é ns2np2.
Grupo 15:
A configuração da camada de valência é ns2np3.
Grupo 16:
A configuração da camada de valência é ns2np4.
Grupo 17:
A configuração da camada de valência é ns2np5.
São os halogênios. Apresentam semelhanças nas propriedades
físicas e químicas.
Grupo 18:
A camada externa tem configuração ns2np6 e,
portanto, totalmente preenchida. Em teoria são elementos inertes,
não formam compostos. Entretanto, experimentos mais recentes
mostraram que alguns podem se combinar com flúor sob determinadas
condições. São encontrados na natureza na forma de gases monoatômicos.
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