MSPC

   Informações técnicas
| Mapa | Fim pág |

 

Fluidos 03-40 : Medidores comuns de vazão



Índice do grupo | Página anterior | Próxima página |

Efeito Doppler
Medidor de Coriolis |
Tabela comparativa |
Índices

Ciência dos materiais
Eletricidade e eletromagnetismo
Eletrônica digital
Eletrônica em geral
Fluidos, calor, frio, etc
Informática
Matemática
Mecânica teórica
Resistência dos materiais
Temas técnicos diversos
Temas diversos
Termodinâmica / transmissão de calor


Medidores de efeito Doppler

  | Topo pág | Fim pág |

Esses medidores podem ser classificados na categoria dos ultra-sônicos, pois usam ondas nesta faixa de freqüências.

Medidor de efeito Doppler
Figura 01
Só devem ser usados com fluidos que tenham partículas em suspensão. A Figura 01 mostra um esquema simplificado.

Um elemento transmissor emite um sinal de ultra-som de freqüência conhecida e constante. As partículas em suspensão no fluido refletem parte das ondas emitidas.

Desde que as partículas movimentam-se com o fluido, o efeito Doppler faz com que as ondas sejam captadas pelo elemento receptor em freqüência diferente da transmitida e a diferença será tanto maior quanto maior a velocidade, ou seja, há relação com a vazão do fluxo.



Medidor de Coriolis

  | Topo pág | Fim pág |

No arranjo da Figura 01 abaixo, o fluido passa por um tubo em forma de U dotado de uma certa flexibilidade. Um dispositivo magnético na extremidade e não mostrado na figura faz o tubo vibrar com pequena amplitude na sua freqüência natural e na direção indicada.

Medidor de Coriolis
Figura 01
O resultado é indicado na figura. Há esforços em sentidos contrários nas laterais do U, devido à oposição dos sentidos do fluxo.

Visto de frente, o tubo é deformado conforme parte direita da figura e essa deformação pode ser captada por sensores magnéticos.

A grande vantagem desse tipo é ser um medidor de fluxo de massa e não de volume. Assim, não há necessidade de compensações para mudanças de condições de temperatura e pressão. Pode ser usado com uma ampla variedade de fluidos. Desde tintas, adesivos até líquidos criogênicos.



Tabela comparativa

  | Topo pág | Fim pág |

A tabela abaixo dá algumas informações comparativas da utilização em líquidos de alguns dos medidores mencionados nesta página. Não deve ser considerada uma referência absoluta. São apenas informações auxiliares obtidas de fabricantes.

Tipo Utilização Faixa Perda de pressão Precisão aprox % Comprim prévio diam Sensib à viscosid Custo relativo
Bocal Líquidos comuns. 4:1 Média ±1/±2 da escala 10 a 30 Alta Médio
Coriolis Líquidos comuns, viscosos, alguma suspensão. 10:1 Baixa ±0,4 da proporção Não há Não há Alto
Deslocamento positivo Líquidos viscosos sem suspensões. 10:1 Alta ±0,5 da proporção Não há Baixa Médio
Eletromagnético Líquidos condutivos com suspensões 40:1 Não há ±0,5 da proporção 5 Não há Alto
Joelho Líquidos comuns. Alguma suspensão. 3:1 Baixa ±5/±10 da escala 30 Baixa Baixo
Placa de orifício Líquidos comuns. Alguma suspensão. 4:1 Média ±2/±4 da escala 10 a 30 Alta Baixo
Rotâmetro Líquidos comuns. 10:1 Média ±1/±10 da escala Nenhum Média Baixo
Tubo de Pitot Líquidos sem impurezas. 3:1 Muito baixa ±3/±5 da escala 20 a 30 Baixa Baixo
Tubo de Venturi Líquidos comuns. Alguma suspensão. 4:1 Baixa ±1 da escala 5 a 20 Alta Médio
Turbina Líquidos comuns. Pouca suspensão. 20:1 Alta ±0,25 da proporção 5 a 10 Alta Alto
Ultra-sônico (Doppler) Líquidos viscosos com suspensões. 10:1 Não há ±5 da escala 5 a 30 Não há Alto


Topo | Índice do grupo | Página anterior | Próxima página | Última revisão ou atualização: Jul/2008
Melhor visto com
1024x768 px

Termos de uso