MSPC

   Informações técnicas
| Mapa | Fim pág |

 

Fluidos : Equações de Navier-Stokes - Pg 3



Índice do grupo | Página anterior | Próxima página |

Forças de pressão |
Força de um campo externo |
Notas sobre expansão com série de Taylor |
Índices

Ciência dos materiais
Eletricidade e eletromagnetismo
Eletrônica digital
Eletrônica em geral
Fluidos, calor, frio, etc
Informática
Matemática
Mecânica teórica
Resistência dos materiais
Temas técnicos diversos
Temas diversos
Termodinâmica / transmissão de calor


Forças de pressão

  | Topo pág | Fim pág |

Na análise das forças de pressão em um elemento de fluido, considera-se, conforme Figura 01, uma pressão p0 no centro geométrico desse elemento.

Forças de pressão
Figura 01
Numa situação genérica, não se pode supor pressão constante em todos os pontos. Assim, ao longo do eixo X, a face esquerda deve ter uma pressão p1 dada por:

#A.1#

Para a face direita,

#A.2#

Cada face tem área dydz. E as forças atuantes são dadas pelo produto dessa área pela respectiva pressão.

#A.3#

#A.4#

E a força líquida na direção X é dada pela diferença:

#A.5#

Deduzindo de forma análoga para os demais eixos e usando a forma vetorial com os vetores unitários i j k,

#A.6#

O operador vetorial gradiente de uma função escalar f genérica é definido por:

#A.7#

Portanto, a relação anterior pode ser expressa em forma resumida:

#A.8#



Força de um campo externo

  | Topo pág | Fim pág |

Um campo externo pode atuar sobre o corpo fluido e exercer uma força. Na prática, esse campo é quase sempre a força gravitacional da Terra, que, obviamente, atua em apenas uma direção.

Na Figura 01 do tópico anterior, é suposto que o eixo Z seja a direção da força gravitacional. Se m é a massa do volume elementar,

Fcorpo = −m g k  #A.1#. Onde g á a aceleração da gravidade. Dividindo tudo por dV,

#A.2#. Onde:

ρ: massa específica (= m/dV).

k: vetor unitário do eixo Z.



Notas sobre expansão com série de Taylor

  | Topo pág | Fim pág |

Incremento de uma função
Figura 01
Nos tópicos anteriores Forças de pressão (igualdades #A.1# e #A.2#) e Forças de viscosidade (igualdades #A.2# e #A.3#) foram usadas relações simples mas importantes para o incremento de uma função.

Isso pode ser visto de modo mais claro no exemplo da Figura 01: uma função genérica f(x) da qual se conhece um valor f(x1).

Deseja-se então uma fórmula para calcular o valor da função em x1 mais um incremento, isto é,

f(x1 + Δx)

A série de Taylor permite calcular esse valor a partir de uma soma de derivações sucessivas:

#A.1#

Conforme pode ser observado na figura, com a diminuição de Δx, o valor de f(x1 + Δx) se aproxima do valor dado pela reta tangente, de inclinação igual à derivada de primeira ordem. Portanto, na variação infinitesimal, pode-se usar apenas os dois primeiros termos do lado direito de #A.1#, ou seja,

#A.2#


Topo | Índice do grupo | Página anterior | Próxima página | Última revisão ou atualização: Jun/2008
Melhor visto com
1024x768 px

Termos de uso