Forças de pressão
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Na análise das forças de pressão em um elemento de fluido, considera-se, conforme Figura 01, uma pressão p
0 no centro geométrico desse elemento.
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| Figura 01 |
Numa situação genérica, não se pode supor pressão constante em todos os pontos. Assim, ao longo do eixo X, a face esquerda deve ter uma pressão p
1 dada por:
#A.1#
Para a face direita,
#A.2#
Cada face tem área dydz. E as forças atuantes são dadas pelo produto dessa área pela respectiva pressão.
#A.3#
#A.4#
E a força líquida na direção X é dada pela diferença:
#A.5#
Deduzindo de forma análoga para os demais eixos e usando a forma vetorial com os vetores unitários
i j k,
#A.6#
O operador vetorial gradiente de uma função escalar f genérica é definido por:
#A.7#
Portanto, a relação anterior pode ser expressa em forma resumida:
#A.8#
Força de um campo externo
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Um campo externo pode atuar sobre o corpo fluido e exercer uma força. Na prática, esse campo é quase sempre a força gravitacional da Terra, que, obviamente, atua em apenas uma direção.
Na Figura 01 do tópico anterior, é suposto que o eixo Z seja a direção da força gravitacional. Se m é a massa do volume elementar,
Fcorpo = −m g k #A.1#. Onde g á a aceleração da gravidade. Dividindo tudo por dV,
#A.2#. Onde:
ρ: massa específica (
= m/dV).
k: vetor unitário do eixo Z.
Notas sobre expansão com série de Taylor
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| Figura 01 |
Nos tópicos anteriores
Forças de pressão (igualdades #A.1# e #A.2#) e
Forças de viscosidade (igualdades #A.2# e #A.3#) foram usadas relações simples mas importantes para o incremento de uma função.
Isso pode ser visto de modo mais claro no exemplo da Figura 01: uma função genérica f(x) da qual se conhece um valor f(x
1).
Deseja-se então uma fórmula para calcular o valor da função em x
1 mais um incremento, isto é,
f(x1 + Δx)
A série de Taylor permite calcular esse valor a partir de uma soma de derivações sucessivas:
#A.1#
Conforme pode ser observado na figura, com a diminuição de Δx, o valor de
f(x1 + Δx) se aproxima do valor dado pela reta tangente, de inclinação igual à derivada de primeira ordem. Portanto, na variação infinitesimal, pode-se usar apenas os dois primeiros termos do lado direito de #A.1#, ou seja,
#A.2#
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Última revisão ou atualização: Jun/2008