Exemplo de fonte I
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| Figura 01 |
A Figura 01 deste tópico dá o circuito da fonte de um monitor de vídeo comercial.
Notar que é apenas a parte do chaveamento. Não estão indicadas a retificação da tensão da rede e o restante (filtros, etc) das saídas dos transformadores.
É uma fonte dupla. O circuito de baixo (T706, TR703 ...) fornece tensão para o circuito de saída horizontal e o circuito de cima (T702, TR702 ...), fornece tensões para o restante do aparelho.
O catodo do led do acoplador ótico 4N25 está ligado às saídas da fonte, não diretamente mas sim através de um pequeno circuito aqui não dado e, por isso, indicado por uma linha tracejada. Assim, ele proporciona a realimentação eletricamente isolada para a modulação dos pulsos a partir da saída, conforme mencionado em tópicos anteriores.
No circuito da parte inferior, TR704 é um pequeno transformador auxiliar que recebe sinal na freqüência do sincronismo horizontal. Os seus pulsos retificados e não filtrados são aplicados ao pino 4 de ambos os controladores PWM UC3842. Isso resulta em uma sincronização da varredura horizontal com os pulsos de chaveamento, para evitar interferências indesejáveis.
Em muitos monitores de vídeo, o sinal para sincronização é obtido com uma simples espira de um fio isolado em torno do núcleo do transformador de saída horizontal.
Exemplo de fonte II
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A figura abaixo dá o esquema da fonte de um aparelho de fax comercial. Aspectos de operação são basicamente os mesmos já vistos nesta página e na anterior. O integrado IC5 é um detector de tensão e mais detalhes podem ser vistos nas páginas de
Componentes eletrônicos deste site.
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| Figura 01 |
Obs: o esquema foi levantado a partir da placa e ainda está sujeito à revisão.
Conversores de freqüência
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Existe uma variedade de tipos de motores elétricos. Em máquinas industriais e similares, o motor de indução trifásico é de longe o mais usado. Isso é conseqüência da sua eficiência e simplicidade: as bobinas que geram os campos magnéticos ficam na parte fixa (estator) e o rotor é apenas uma gaiola condutora com um núcleo de lâminas de aço montadas em um eixo, sem contato elétrico direto. Na prática, as peças que se desgastam são apenas os rolamentos dos mancais.
Entretanto, o motor trifásico apresenta uma desvantagem: sua rotação não é (ou melhor, não era) facilmente ajustável. A rotação do campo magnético é dada por
ω = 60 f / p, onde f é a freqüência da rede e p, o número de pares de pólos. A rotação do eixo é um pouco menor devido ao necessário deslizamento do rotor em relação ao campo magnético girante. O número de pólos é uma característica construtiva e, portanto, não ajustável e a freqüência da rede também não é variável.
Durante muito tempo, motores de corrente contínua foram usados em aplicações de velocidade variável. Entretanto, eles são mais caros. O rotor tem enrolamentos que recebem corrente elétrica através de coletores e escovas que se desgastam.
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| Figura 01 |
Até aqui, foram vistas aplicações da modulação por largura de pulso para fornecer tensões contínuas ajustáveis, isto é, os pulsos têm a mesma polaridade.
A Figura 01 mostra uma outra aplicação. Os pulsos podem ser positivos ou negativos e uma modulação adequada pode resultar em valores médios que se aproximam de uma corrente senoidal.
Microprocessadores e outros circuitos digitais podem produzir seqüências com períodos T ajustáveis, ou seja, pode-se variar a freqüência e, assim, controlar a rotação de um motor de indução. Nesse caso, será necessário o ajuste simultâneo da tensão de pico média V
p devido ao efeito da indutância, isto é, se a freqüência aumenta, será preciso uma tensão maior e vice-versa.
Equipamentos industriais operam em geral com potências altas em relação à maioria dos aparelhos eletrônicos comuns. A comutação exige portanto semicondutores de potência, cujo alto custo (e também dos microcontroladores) inibiu o emprego até certa época. Atualmente, com a redução relativa dos preços, o uso está bastante disseminado.
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| Figura 02 |
A Figura 02 dá o diagrama básico de um conversor de freqüência típico.
A tensão trifásica rst é aplicada ao bloco de entrada E, que consiste do elemento de ligação (chave seccionadora) e elementos de proteção (fusíveis e/ou disjuntores).
Os seis diodos seguintes fazem a retificação e o indutor L e o capacitor C atuam como filtro.
Os seis transistores à direita, com diodos para prevenir picos de tensões inversas, fazem a comutação PWM, comandada por um circuito lógico indicado como bloco. Notar que cada fase contém dois transistores em oposição de polaridades. Isso permite aplicação de pulsos positivos ou negativos conforme figura anterior.
A chave S (simbolizada mecânica por clareza. Normalmente é um semicondutor) fica aberta na partida, deixando a resistência R em série para evitar pico de corrente devido à carga do capacitor. É fechada na operação normal.
A realimentação ou realimentações (R
Contr na figura) dependem da aplicação. Por exemplo, pode ser um sensor de rotação do motor para um controle preciso da velocidade. Outro exemplo: um inversor pode ser usado em um motor de uma bomba d'água que alimenta uma rede de consumo variável. Nesse caso, seria usado um sensor de pressão na saída da bomba. Se o consumo de água aumenta, a pressão tende a diminuir e o sistema aumenta a rotação do motor para restabelecer a pressão ajustada. Muitas vezes, os conversores trabalham em conjunto com outros elementos de controle, como CLPs, CNCs, etc.
E alguém pode perguntar: os motores de corrente contínua ainda têm utilidade em equipamentos de potência? Têm sim. São mais adequados quando há exigência de elevado torque de partida, como tração elétrica (ônibus elétricos, metrôs, empilhadeiras, etc).
Fontes ATX
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| Pino |
Nome |
|
Cor |
Descrição |
| 1 |
3,3V |
|
Laranja |
+3,3 V |
| 2 |
3,3V |
|
Laranja |
+3,3 V |
| 3 |
COM |
|
Preto |
Terra |
| 4 |
5V |
|
Vermelho |
+5 V |
| 5 |
COM |
|
Preto |
Terra |
| 6 |
5V |
|
Vermelho |
+5 V |
| 7 |
COM |
|
Preto |
Terra |
| 8 |
PWR_OK |
|
Cinza |
Fonte Ok |
| 9 |
5VSB |
|
Violeta |
+5 V standby |
| 10 |
12V |
|
Amarelo |
+12 V |
| 11 |
3,3V |
|
Laranja |
+3,3 V |
| 12 |
−12V |
|
Azul |
−12 V |
| 13 |
COM |
|
Preto |
Terra |
| 14 |
PS_ON |
|
Verde |
Ligar fonte |
| 15 |
COM |
|
Preto |
Terra |
| 16 |
COM |
|
Preto |
Terra |
| 17 |
COM |
|
Preto |
Terra |
| 18 |
−5V |
|
Branco |
−5 V |
| 19 |
5V |
|
Vermelho |
+5 V |
| 20 |
5V |
|
Vermelho |
+5 V |
O propósito deste tópico não é dar diagrama de fontes ATX usadas em computadores. Apenas a descrição e tensões dos pinos, o que pode ser útil em caso de reparos.
Um diagnóstico simples que pode ser feito com uma fonte ATX é desconectar da placa-mãe, ligar na rede e medir a tensão no pino 8 (power OK, cinza).
Se estiver acima de 2 V, provavelmente a fonte está boa e vice-versa.
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Última revisão ou atualização: Abr/2008