Pequeno transmissor de FM
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O circuito da figura abaixo é um transmissor de pequena potência de FM. O seu alcance deverá ficar na faixa de 80 a 100 metros.
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| Figura 01 |
Q
1: 2N2222A ou equivalente.
Q
2: 2N2222A ou equivalente.
L
1, L
2: 5 espiras, diâmetro 4 mm.
C
1: capacitor ajustável 3-18 pF.
M: microfone de eletreto.
Pré-amplificador simples para áudio
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| Figura 01 |
O circuito ao lado é bastante simples e deve funcionar com diversos tipos de microfone.
T
1 e T
2 são transistores NPN de baixa potência para uso geral.
Produzindo ruído branco
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O circuito da figura abaixo gera ruído branco através da polarização inversa da junção emissor-base de Q
1 (ruído térmico).
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| Figura 01 |
Q
2 é apenas amplificador. Ambos são transistores NPN de baixa potência para uso geral (BC548 ou similar).
O sinal de saída é bastante fraco e precisará de etapas pré-amplificadoras.
Proteção contra sobretensão
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No circuito da figura, se a tensão de entrada supera a do diodo zener DZ, o SCR conduz, abrindo o fusível e, portanto, protegendo a carga.
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| Figura 01 |
É denominada proteção "crowbar" (traduzindo literalmente: alavanca tipo pé-de-cabra).
O diodo DZ deverá ter a tensão de disparo desejada, potência de 0,5 W.
Para correntes maiores que 1 A, o SCR deverá ser de maior capacidade.
Não é preciso dissipador de calor para o SCR, pois ele só irá conduzir por um breve período na eventualidade de um disparo.
Receptor regenerativo I
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Usado até os primeiros anos da década de 1930, o receptor regenerativo se destaca pela simplicidade. É evidente que, naquela época, os elementos ativos eram válvulas termiônicas. Mas hoje são difíceis de achar. E o circuito pode ser perfeitamente implementado com transistores.
Notar como é simples o circuito da Figura 01 abaixo. Na realidade, as funções de sintonia e detecção são todas feitas no transistor Q
1. Q
2 é apenas um amplificador de áudio, pois o nível de saída do sinal é bastante baixo.
A operação requer um pouco de paciência com os ajustes. A sintonia pelo capacitor variável CV e o ajuste da regeneração devem ser feitas conjuntamente para obter a melhor recepção.
O autor experimentou o circuito e ele funcionou. Os componentes não são muito críticos e deverá operar com valores próximos dos indicados. Para Q
1 e Q
2 foi usado BC548, mas provavelmente poderá ser qualquer transistor NPN de baixa potência para uso geral.
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| Figura 01 |
Talvez os maiores problemas de aquisição sejam a bobina L e o capacitor variável CV. Este último, possivelmente, não é mais encontrado em lojas. O autor retirou de um rádio antigo, inclusive a bobina (aquela com núcleo de ferrita). Em ondas médias, operou sem problemas.
Para sintonizar faixas mais altas (ondas curtas) fica a sugestão, não experimentada pelo autor, de uma bobina de 25-30 espiras de diâmetro 30 mm, com derivações para se chegar à faixa desejada.
Outras melhorias só dependem da persistência e criatividade do leitor. Para um ajuste fino de regeneração, por exemplo, é possível usar um potenciômetro de baixo valor em série com o de 100 K. E, se o capacitor variável não for encontrado, uma adaptação para um conjunto potenciômetro-varicap pode ser tentada
A saída de áudio deverá ser ligada a um amplificador. Unindo a antigüidade à modernidade, poderá ser conectada à entrada da placa de som do computador, como fez o autor deste site. Mas, neste caso, para prevenir danos no computador, é recomendável usar como fonte apenas aquela bateria pequena de 9 V e não fontes ligadas à rede elétrica.
Receptor regenerativo II
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Com os valores dados, deverá operar na faixa de 50 MHz e, possivelmente, poderá trabalhar em freqüências superiores se modificados o capacitor de 66 pF e a bobina L
1.
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| Figura 01 |
A saída de áudio está ligada a um fone de cristal P
1, mas poderá ser um amplificador conforme tópico anterior.
D
1 é um varicap 1S553 ou similar.
Q
1 é um MOSFET duplo de canal N para VHF (3SK60 ou similar).
L
1 é confeccionada sobre um núcleo toroidal T68/6 (diâmetro externo 17,5 mm, diâmetro interno 9,4 mm, altura 4,83 mm).
Receptor simples de AM
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No diagrama da figura, Q é um transistor NPN de baixa potência para uso geral (BC547 ou similar) e D um diodo comum, de baixa potência.
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| Figura 01 |
L é confeccionada com fio 28 AWG em tubo de papel ou plástico com cerca de 32 mm de diâmetro.
C
1 é um capacitor variável de aproximadamente 15 a 300 pF.
C
2 é um capacitor ajustável de aproximadamente 5 a 50 pF.
Tentando recuperar uma célula de níquel-cádmio
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Se você tem uma célula de Ni-Cd que não aceita nenhuma carga, o problema pode ser um curto interno. E, se o curto for apenas em um ponto, talvez seja possível recuperar com o circuito da Figura 01 abaixo.
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| Figura 01 |
Uma vez carregado o capacitor de 6000 µF, o botão S
2 é usado para aplicar um pico de tensão na célula para tentar romper o ponto em curto. Feito isso, deixar a chave S
1 fechada por algum tempo e, depois de aberta, verificar pelo voltímetro se aceitou carga.
Tentativas repetidas podem ser feitas se a primeira não obteve sucesso. Notar que deve ser apenas uma célula e não uma série.
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Última revisão ou atualização: Abr/2008