Em vários casos, é desejável que a iluminação de um ambiente seja ligada e desligada, de forma independente, pois dois interruptores em locais distintos.
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| Fig 01 |
O circuito da Figura 01, também denominado
three way, executa essa função. Os interruptores duplos ch
1 e ch
2 abrem ou fecham o circuito, de forma independente, para a lâmpada L
1.
Condutores - Tabela de capacidades |
Topo | Fim |
A tabela abaixo dá os valores usuais de capacidade de condução em ampères para as seções padronizadas.
| Seção mm2 |
2 condutores carregados |
3 condutores carregados |
Seção mm2 |
2 condutores carregados |
3 condutores carregados |
| 0,5 |
9 |
8 |
50 |
151 |
134 |
| 1,0 |
13,5 |
12 |
70 |
192 |
171 |
| 1,5 |
17,5 |
15,5 |
95 |
232 |
207 |
| 2,5 |
24 |
21 |
120 |
269 |
239 |
| 4 |
32 |
28 |
150 |
309 |
272 |
| 6 |
41 |
36 |
185 |
353 |
310 |
| 10 |
57 |
50 |
240 |
415 |
364 |
| 16 |
76 |
68 |
300 |
473 |
419 |
| 25 |
101 |
89 |
400 |
566 |
502 |
| 35 |
125 |
111 |
500 |
651 |
578 |
Os valores referem-se a cabos isolados com PVC, a 70 °C, temperatura ambiente de 30 °C, instalados em calhas ou dutos. Ver catálogos dos fabricantes para mais detalhes e outras informações.
Disjuntor termomagnético |
Topo | Fim |
A Figura 01 deste tópico mostra o esquema simplificado de um disjuntor termomagnético do tipo comum em instalações residenciais.
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| Fig 01 |
Entre os bornes 1 e 2, a corrente passa pela resistência de baixo valor R (que está próxima da lâmina bimetálica B), pela bobina do eletroímã E e pelo par de contatos C. Esse tende a abrir pela ação da mola M
2, mas o braço atuador A impede com ajuda da mola M
1.
O eletroímã E é dimensionado para atrair a extremidade do atuador A somente em caso de corrente muito alta (curto circuito) e, nessa situação, A gira no sentido indicado, liberando a abertura do par de contatos C pela ação de M
2.
De forma similar, R e o bimetal B são dimensionados para que este último não toque a extremidade de A dentro da corrente nominal do disjuntor. Acima dessa, o aquecimento leva o bimetal a tocar o atuador A, interrompendo o circuito de forma idêntica à do eletroímã.
Também denominado
interruptor diferencial, é, na realidade, um disjuntor. Mas não se destina à proteção contra curtos ou sobrecargas e sim contra falhas na isolação de aparelhos.
Na Figura 01 o princípio de funcionamento: um equipamento é ligado à rede monofásica e o conjunto interruptor é formado pelas partes dentro do retângulo tracejado. A alimentação da rede passa pelo núcleo da bobina L que alimenta o atuador A que, por sua vez, comanda o grupo de contatos C.
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| Fig 01 |
Em situação normal, a corrente no condutor fase é igual à do neutro mas em sentidos opostos. Assim, os campos magnéticos se anulam e não há tensão induzida na bobina L. Entretanto, se houver uma fuga F de corrente entre o circuito do equipamento e sua carcaça que está aterrada, a corrente na fase será maior que a do neutro. Isso induz uma tensão na bobina L e o atuador A provoca a abertura dos contatos. Opera de forma similar com circuitos trifásicos.
Pode funcionar também como uma proteção contra choques elétricos.
Se houver fuga de corrente com a carcaça não aterrada, o desequilíbrio provocado pelo toque de uma pessoa pode atuar o dispositivo.
A principal característica, além da máxima tensão e corrente que pode suportar, é a
sensibilidade, isto é, a menor corrente de fuga que provoca a abertura (o conceito está no sentido inverso, ou seja, quanto menor a corrente, maior a sensibilidade).
Interruptores de baixa sensibilidade, por exemplo 500 mA, são usados para proteção somente contra fugas e as carcaças dos equipamento devem estar corretamente aterradas. Já os de alta sensibilidade como 30 mA são usados onde o aterramento não existe ou é deficiente. Entretanto, tais dispositivos não podem ser considerados substitutos do aterramento. O aterramento
deve ser sempre usado.
Dicroísmo (do grego dichroos, bicolor) é a propriedade, que alguns materiais têm, de dividir um feixe de luz em dois feixes de comprimentos de onda (cores) diferentes.
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| Fig 01 |
Essa propriedade é usada em filtros e espelhos para diversas aplicações.
Uma lâmpada dicróica comum é uma lâmpada halógena com um refletor de algum material dicróico, que reflete a parte visível da radiação e absorve a parte infravermelha.
Desde que ela normalmente fica embutida em forros ou similares, é reduzida a emissão de calor para o ambiente iluminado.