Análise de circuitos por malhas - Exemplos |
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No exemplo da Figura 01, pede-se determinar as correntes i
1, i
2 e i
2 com o uso do método das malhas.
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| Fig 01 |
Este circuito é bastante simples e não oferece maiores dificuldades para montagem do sistema de equações de acordo com o modelo informado na página anterior.
Deve-se notar que a fonte v
s2 (9 V) está em ambas as malhas, significando valores de sinais opostos na matriz de tensões.
O resultado do sistema (#A.1#) é i
m1 = 2 A e i
m2 = 1 A. Portanto, as correntes do circuito são:
i
1 = i
m1 = 2 A.
i
3 = i
m2 = 1 A.
i
2 = i
1 − i
3 = 1 A.
Circuito com fonte de corrente com resistência em paralelo
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| Fig 02 |
No modelo, visto na página anterior, do sistema de equações lineares para análise por malhas, não há parâmetros para fontes de corrente.
O circuito da Figura 02 apresenta a fonte de corrente i
s1 em paralelo com a resistência R
2.
É possível, então, identificar uma malha i
m3 com corrente predefinida, igual à corrente da fonte (1 A).
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| Fig 02A |
Essa associação equivale a uma fonte de tensão v
is1 = R
2 i
s1 = 10 V em série com R
2.
A Figura 02A exibe o circuito equivalente, que apresenta fontes apenas de tensão e, por isso, pode ser facilmente resolvido com o sistema de equações mencionado.
A solução do sistema #B.1# é i
m1 = 2 A e i
m2 = 0.
Com esses valores e o anterior i
m3 = 1 A, as correntes i
1, i
2, i
3, i
4 e i
5 do circuito original (Figura 02) podem ser calculadas.
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| Fig 03 |
Circuito com fonte de corrente compartilhada e resistência em paralelo
No circuito de exemplo da Figura 03, a fonte de corrente i
s2 e a resistência paralela R
5 estão no interior, sugerindo um compartilhamento entre malhas.
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| Fig 03A |
O circuito é redesenhado na Figura 03A para a conversão da fonte, isto é,
v
is2 = R
5 i
s2 = 6 × 3 = 18 V.
Similar ao anterior, há uma malha de de corrente predefinida por uma fonte de corrente
i
m3 = i
s1 = 7 A.
Deve-se notar, entretanto, que a fonte de corrente i
s1 (7 A) não pode ser convertida. Neste caso, consideram-se as quedas de tensão em R
3 (8 × 7 = 56 V) e em R
5 (6 × 7 = 42 V) na matriz de fontes de tensão.
O resultado do sistema #C.1# é
i
m1 = 6 A.
i
m2 = 4 A.
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| Fig 04 |
Circuito com fontes de corrente compartilhadas por malhas
No circuito de exemplo da Figura 04, a fonte de corrente i
s2 não pode ser convertida diretamente porque o conjunto em paralelo (série R
1 e R
2) tem uma ligação central.
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| Fig 04A |
Similar aos circuitos anteriores, essa fonte forma uma malha de corrente predefinida i
m3 = −1 A.
A malha assim formada pode ser considerada equivalente a duas fontes de mesma corrente conforme Figura 04A.
Nessa configuração, é possível a conversão em fontes de tensão. Ver Figura 04B.
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| Fig 04B |
Resta agora a fonte de corrente i
s1, que não admite conversão. A solução para esse caso é usar o conceito de
supermalha, isto é, uma malha formada por duas que partilham a mesma fonte de corrente.
Na Figura 04B, i
m1 é a supermalha formada a partir das anteriores (Figura 04A) i
m1 e i
m2.
Entretanto, na supermalha, não se pode supor a mesma corrente em toda a sua extensão. Assim, para R
2 e R
3, a corrente i
m1 deve ser acrescida de i
s1. Isso equivale a uma queda de tensão (R
2 + R
3) i
s1, que pode ser considerada na matriz de fontes de tensão
E o sistema de equações (#D.1#) tem apenas uma variável. O resultado é
i
m1 = −1 A.
O valor acima vale para a parte à esquerda de i
s1 na Figura 04B. Para a parte à direita, que corresponde a i
m2 da Figura 04, ocorre a relação
i
m2 = i
m1 + i
s1 = −1 + 2 = 1 A. Com esses valores e i
m3 = −1 A, as correntes do circuito podem ser determinadas.