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Blocos lógicos elementares
- Tabelas para consulta
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↑Topo • Fim↓
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| Nome |
E (AND) |
OU (OR) |
NÃO (NOT) |
OU exclusivo (XOR) |
NÃO E (NAND) |
NÃO OU (NOR) |
Flip-Flop JK |
Flip-Flop D |
Flip-Flop T |
| Símbolo |
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| Notação |
S = A . B |
S = A + B |
S = A |
S = A
B |
S = (A
. B) |
S = (A
+ B) |
- |
- |
- |
Tabela de
verdade |
| A |
B |
S |
| 0 |
0 |
0 |
| 0 |
1 |
0 |
| 1 |
0 |
0 |
| 1 |
1 |
1 |
|
| A |
B |
S |
| 0 |
0 |
0 |
| 0 |
1 |
1 |
| 1 |
0 |
1 |
| 1 |
1 |
1 |
|
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| A |
B |
S |
| 0 |
0 |
0 |
| 0 |
1 |
1 |
| 1 |
0 |
1 |
| 1 |
1 |
0 |
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| A |
B |
S |
| 0 |
0 |
1 |
| 0 |
1 |
1 |
| 1 |
0 |
1 |
| 1 |
1 |
0 |
|
| A |
B |
S |
| 0 |
0 |
1 |
| 0 |
1 |
0 |
| 1 |
0 |
0 |
| 1 |
1 |
0 |
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| J |
K |
Q |
| 0 |
0 |
Qa |
| 0 |
1 |
0 |
| 1 |
0 |
1 |
| 1 |
1 |
Qa |
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| Alguns
blocos lógicos citados são formados por combinações de
blocos elementares, mas são assim considerados pela importância de
suas funções. O bloco NÃO, se junto de outros, pode ser indicado apenas
por um pequeno círculo. Alguns símbolos podem diferir um pouco
dos apresentados na página devido a diferenças de softwares
gráficos. A operação de flip-flops depende também das entradas
CK, PR e CL. Ver páginas correspondentes. |
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Conceito básico de multiplex
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↑Topo • Fim↓
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Na Eletrônica Digital ocorrem casos em que há necessidade do envio
de informações de várias fontes através de um único meio de
transmissão. Pode ser, por exemplo, um cabo, um canal de rádio e
outros.
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Fig 01
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O processo básico para essa transmissão é a comutação, por meios
digitais, entre as várias entradas de sinais e uma saída comum.
Multiplex é o circuito que executa a operação.
Na Figura 01 (a), o diagrama em bloco de um multiplex (em geral
abreviado como Mux): dispõe de um conjunto de N entradas E0,
E1, ..., EN-1 que são dirigidas à saída S pela
combinação de valores das entradas de seleção A0, A1,
..., AK-1.
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Uma analogia eletromecânica é dada em (b) da mesma figura: um
dispositivo acionador comandado pela seleção comuta a chave.
É evidente que as informações de cada entrada não são enviadas ao
mesmo tempo, mas sim de forma seqüencial. Cabe à lógica do circuito
que usa o multiplex a definição do tempo de ligação de cada
entrada com a saída do bloco e a taxa de repetição das
comutações.
Conforme já visto na página anterior e em outras desta série, um
conjunto de K variáveis lógicas pode ter 2K
combinações. Portanto, no circuito básico da figura deve existir em
princípio a relação N = 2K. Isso significa que em geral
o número de entradas de informação de um multiplex é potência
inteira de 2 (2, 4, 8, 16, ...).
Algumas vezes, as entradas de informação são chamadas de canais.
Portanto, o multiplex da figura tem N canais e log2 N (= K)
entradas de seleção.
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A Figura 01 dá o esquema do mais simples: apenas 2 canais e,
portanto, uma entrada de seleção (menos que isso não faz
sentido).
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Fig 01
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Dependendo do valor da entrada de seleção A, o valor de uma
entrada de uma das portas E será 1 e da outra será 0. Assim, a
respectiva entrada de informação é dirigida à saída pela porta
OU. Esta faz uma espécie de acoplamento das saídas das duas portas
E.
E o resultado é a operação conforme tabela na parte direita da
figura.
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É interessante notar que o circuito da entrada de seleção A
(indicado em laranja na figura) é, na realidade, um gerador de
produtos canônicos, assunto da página
anterior. Neste caso, o mais simples possível, com apenas uma
entrada: se A é zero, a entrada conectada à porta de E0
é 1 e a entrada conectada à porta de E1 é 0. E o
contrário se A é um.
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Fig 01
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Usando o conceito do tópico anterior, podemos montar um circuito
para quatro canais. Bastam mais duas portas E, mais duas entradas
para a porta OU e um gerador de produtos canônicos para 2
variáveis.
Na Figura 01 ao lado, o gerador está representado em bloco,
podendo ser qualquer um dos tipos dados na página anterior ou outros.
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| A |
B |
S0 |
S1 |
S2 |
S3 |
S |
| 0 |
0 |
1 |
0 |
0 |
0 |
E0 |
| 0 |
1 |
0 |
1 |
0 |
0 |
E1 |
| 1 |
0 |
0 |
0 |
1 |
0 |
E2 |
| 1 |
1 |
0 |
0 |
0 |
1 |
E3 |
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Tab 01
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A saída do gerador que estiver em 1 (as outras devem estar em 0)
"habilita" a porta E à qual está ligada, fazendo a
comutação para a respectiva entrada de informação. A tabela de operação é dada ao lado.
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Fig 01
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O circuito do tópico anterior pode ser generalizado para um número
N de canais conforme diagrama da Figura 01.
A lógica da operação é a mesma e dispensa mais comentários.
Lembramos apenas da relação que deve existir entre o número de
canais e o número de entradas de seleção, como já visto no
primeiro tópico desta página: N = 2K.
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